E, já agora, volto a repetir. Tenho saudades do fim de Julho, daquele festival, da época em que adormecer a olhar para as estrelas era tão habitual. Lembro-me das sensações, de estar no escuro, numa espécie de transe enquanto fitava as luzes do palco, lá na profundeza do vale, movendo-me lentamente numa melodia própria proveniente das notas que eles tocavam, lá em baixo. Nós, no nosso pequeno mundo, situado algures no sonho induzido pela luz das estrelas que, do céu, nos fitavam também.
Ouço, então, as mesmas músicas, na esperança de reviver uma novidade da existência dos nossos dias sem conta, isolados de tudo o que, não nós, co-existe neste espaço limitado a que eles chamam mundo.
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
iremos reviver o que nunca passou
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